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Como tinha dito quando chegasse aos 100 votos voltava a meter os resultados do questionario sobre o açucar.

Ja chegou aos 103. Obrigada pela vossa participação :) . Vou deixar no blog pode ser que um dia chegue aos 1000 :P

 

Resultados:

 

todos os dias   77           76%
uma vez por semana   11 11%
uma vez cada 15 dias   5 5%
nunca   2 2%
Other   6 6%

 

 

 

Infelizmente as pessoas comem muito açucar.

E se pensarmos que a maioria chega ao meu blog porque está com excesso de peso e 76% come açucar todos os dias podemos tirar certas conclusões...Pensem nisso ;)

 

 

Bjkas!

 

 

 

 

 

 

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Barrinhas de Cereais engordam?

por buxi, em 23.04.09

 

Cliquem na imagem para ver ampliado

 

 

Fonte: www.nutrijobst.com

 

 

 

 

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Noticia retirada daqui


Você já sabe que açúcar em excesso não faz bem para sua cintura (nem para pele). Mas sabia que ele também pode fazer você envelhecer mais rapidamente?

Estudos demonstraram que animais vivem mais quando consomem calorias moderadamente.  Agora, uma pesquisa recente revela que é o açúcar, especificamente, que acelera o envelhecimento.

Cientistas canadenses estudaram células similares a dos humanos e descobriram que elas vivem muito mais quando não alimentadas com glicose, um tipo de açúcar. Então, que tal limar esse “alimento” do seu cardápio?

 

 

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Água é o melhor remedio ja dizia o meu avô!

bjokas

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Era uma vez uma princesa que adorava comer frutas e verduras e era muito feliz. Talvez, se algum dos contos de fadas fosse assim, as crianças não fariam tanta cara feia para esse tipo de alimento. Em Ivoti, a iniciativa da nutricionista Andréa Dhein, que desenvolve há dois anos um projeto de educação nutricional no Centro Infantil Bom Jardim, está começando a mudar essa história.


Preocupada com o índice de sobrepeso e obesidade entre os alunos de quatro meses a 5 anos, que chegava a 25% no início de 2007, ela resolveu agir. Histórias, teatro de fantoches e aulas de culinárias foram algumas das estratégias. "Utilizamos o lúdico para incentivar as crianças a consumir mais frutas e verduras’’, conta a professora do nível 3, Solange Tosatti. 

O resultado? No início do ano passado, o índice de crianças com obesidade e sobrepeso caiu para 17% e, em 2009, para 5%. Esse último índice formado apenas de alunos com sobrepeso, já que não foi registrado nenhum caso de obesidade
Este ano, o projeto é desenvolvido com 37 alunos, com idades entre 3 e 5 anos, mas os benefícios de um cardápio mais saudável chegam a todas as 105 crianças da instituição. Nas quatro refeições servidas na escola de educação infantil foram incorporadas mais frutas, verduras e alimentos produzidos pelas cozinheiras, como pães, bolos e bolachas. 

Quintas-feiras, cada aluno traz um tipo de fruta. "Eu trouxe moranguinho’’, contou Isadora Hinkel, 3 anos. "Eu gosto de caqui’’, disse Pedro Canabarro, 3. No almoço, é servido bufê livre e os alunos do projeto se servem sozinhos. "Incentivamos que experimentem todos os alimentos. Às vezes eles dizem que não gostam, mas depois de provar adoram.’’ Foi o caso de Siandra Werner, 4. Disse não gostar de mamão, mas foi a primeira a se lambuzar com a fruta.

 

Video entrevista

 

Fonte

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Clicar na imagem para ver o video

 

 

A obesidade infantil está a atingir cada vez mais crianças e jovens portugueses.
De acordo com dados da Direcção-Geral de Saúde, 25% das crianças entre os 3 a 5 anos têm excesso de peso, um valor que cresce para 30% nas crianças dos 7 aos 11 anos.

 

Fonte: RTP

 

 

 

 

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Fonte: RTP

 

 

 

Esta é uma das conclusões da obra "Obesidade em Portugal e no Mundo", a primeira de autores portugueses sobre a dimensão global da Obesidade.

Editada pela Faculdade de Medicina de Lisboa com o apoio dos Laboratórios Abbott, a obra foi coordenada por Isabel do Carmo, directora do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Santa Maria e docente daquela Faculdade.

 

Em declarações à Lusa, Isabel do Carmo explicou que este é o primeiro livro que dá uma panorâmica do que existe sobre obesidade em Portugal e no mundo, com dados referentes à idade pré-escolar, escolar, adolescência, 20 anos e idade adulta assim como faz uma recolha das consequências da obesidade.

 

Segundo a investigação, a tendência de cada indivíduo, que se reflecte na população em geral, é ter uma percepção subjectiva de menos peso e mais altura.

Em todas as idades as pessoas acham que têm menor Índice de Massa Corporal do que aquele que têm de facto.

 

"Quando se pergunta, as pessoas dizem sempre que pesam menos e medem mais", disse em declarações a Lusa a endocrinologista Isabel do Carmo, acrescentando que o livro revela esta diferença entre o índice de massa corporal subjectivo e o objectivo.

 

O trabalho de investigação mostra ainda que a elevada prevalência da obesidade estará intimamente relacionada com a chamada "transição nutricional", caracterizada por mudanças quantitativas e qualitativas nas escolas alimentares.

Os consumos alimentares diferem entre os sexos.

 

As mulheres mencionam uma maior frequência de consumo de sopas, legumes e frutos frescos assim como de lacticínios de baixo teor de gordura, alimentos que são indicados pela literatura como podendo exercer efeitos potencialmente benéficos na prevenção da sobrecarga ponderal.

 

Por outro lado, o livro revela que os mais jovens apresentam frequências de consumo mais elevadas de alimentos tendencialmente hipercalóricos e de baixa densidade nutricional.

A obesidade tornou-se um dos grandes problemas de saúde pública no final do século XX e um dos maiores do século XXI, com dimensões que ultrapassam muito as questões plásticas que levam, sobretudo as mulheres, à consulta da especialidade ou ao consumo de medidas avulsas de tratamento.

 

Portugal aparece neste livro como um país médio em matéria de incidência da obesidade, juntamente com Espanha e Grécia, mas não é por isso que a situação deixa de ser preocupante, em especial nas crianças.

 

"É preocupante porque, enquanto nos adultos nos situamos na média da Europa, nas crianças estamos entre os piores. Dos três aos 18 anos temos os piores números, o que quer dizer que as actuais crianças e jovens vão ser muito mais obesos do que os adultos actuais e isso é assustador", disse.

 

Na Suécia, por exemplo, explica Isabel do Carmo, regista-se uma regressão da obesidade infantil, fruto de um grande investimento em campanhas contra o problema.

Os países mais desenvolvidos estão melhor, os da bacia mediterrânica estão pior e há ainda uma evolução negativa da Inglaterra, Alemanha e dos países do bloco de leste que, em 20 anos, passaram para o dobro em consequência do empobrecimento da população, adiantou a especialista.

 

Nos adultos, Portugal tem uma prevalência de obesidade de 14,5 por cento enquanto em Itália esse valor é de nove por cento e na Rússia de 16 por cento.

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