27.11.09

Encontrei na internet mais um artigo curioso.

 

 

Sobre a Erva doce....

 

Um dado importante sobre a erva-doce é que ela não pode ser fervida na feitura do chá, porque senão libera uma substância tóxica para o intestino humano. Muitas mães dão chá de erva doce pros bebês e não sabem desta toxidade. O correto é ferver a água e colocar as sementes em imersão...depois coar e beber.

 

 

 

 

 

Chá de erva doce contra o vírus H1N1

Remédio contra H1N1

O anis estrelado, amplamente cultivado na China, é o extrato-base (75%), da produção do comprimido Tamiflu, da Roche (empresa do antigo Secretário de Defesa dos EUA Donald Runsfield).

Mas, como é um pouco difícil encontrar o anis estrelado aqui no Brasil, podemos usar o nosso anis mesmo – a erva-doce – pois esta erva possui as mesmas substâncias, ou seja, o mesmo princípio ativo do anis estrelado, e age como anti-inflamatória, sedativa da tosse, expectorante, digestiva, contra asma, diarréia, gases, cólicas, cãibras, náuseas, doenças da bexiga, gastrointestinais, etc...
Seu efeito é rápido no organismo e baixa um pouco a pressão, devendo ser feito o chá c/apenas uma colher de café das sementes para cada 200ml de água, administrado uma a duas vezes dia, de preferência após uma refeição em que se tenha ingerido sal.

Se você está lendo, ajude a divulgar o uso da erva-doce como preventivo do H1N1, ou mesmo como remédio a ser tomado imediatamente após os 1ºs sintomas de gripe, pois seu princípio ativo poderá bloquear a reprodução do vírus e mesmo evitar seu maior contágio. Porém, pouco ou nada adiantará utilizar a erva-doce após 36 horas do possível contágio pelo H1N1, pois a erva não terá mais força substancial para bloquear a propagação do vírus no sistema respiratório.
Efeitos colaterais: pequena sonolência nas 2 primeiras horas - evitar dirigir e/ou operar máquinas.

 

Fonte

 

 

 

 

 


27.9.09

Noticia original em ingles aqui

 

Algumas partes traduzidas:

 

Apesar desta conferência é, aparentemente preocupante os efeitos do mercúrio na forma de timerosal no desenvolvimento do cérebro infantil, os participantes parecem ter um conhecimento limitado sobre o mercúrio. Nenhum dos peritos conhecidos foram convidados, como o Dr. Ascher de Bowman Grey Faculdade de Medicina ou o Dr. Boyd Haley, que fez um extenso trabalho sobre os efeitos tóxicos de baixas concentrações no SNC.

 

A conferência seguiu um estudo que mostrou que o mercúrio em vacinas pode ter causado problemas no neurodesenvolvimento.

 

(Presidente da reunião e um pediatra, imunologista da Universidade do Colorado): "O timerosal é clivada (no corpo) e em etilmercúrio thiosalicylate que está inativo ... Os dados relativos à sua toxicidade  pode causar toxicidade neurológica e renal, incluindo a morte. "

 

Encontramos relações estatisticamente significativa entre a exposição e os resultados para estas posições diferentes e resultados.  Primeiro, por dois meses de idade, um atraso não especificado do desenvolvimento, que tem o seu código ICD9 específica. Exposição de três meses de idade, tiques.  Exposição de seis meses de idade, um transtorno de déficit de atenção.  Exposição de um, três e seis meses de idade, a linguagem e os atrasos de fala que são dois códigos ICD9 separado. Exposições de um, três e seis meses de idade, toda a categoria dos atrasos do desenvolvimento neurológico, que inclui todos esses mais um número de outras doenças. "

 

Quem nao leva a vacina sou eu!!


8.7.09

Sobrepondo as duas preocupações, o CDC (Central of Disease Control Atlanta - EUA) relatou uma possível ligação entre obesidade e a gravidade dos casos da chamada gripe suína.

 

Essa patologia é causada pelo vírus H1N1, e sua prevalência está sendo notada especialmente entre estudantes e pessoas jovens. Quando esses pacientes gozam de boa nutrição e saúde, a doença costuma evoluir de forma benigna, com a evolução clínica bastante semelhante às gripes que todos conhecemos.

Pessoas com doenças cardíacas, diabetes e deficiências imunológicas são apontadas com passíveis de apresentar um risco para complicações clínicas mais elevadas do que a população em geral. Mulheres grávidas também fazem parte desse grupo de risco.

Durante o mês de maio de 2009 o CDC fez uma pesquisa entre os pacientes hospitalizados com a gripe suína na Califórnia e concluiu que a obesidade também estava entre os fatores de risco importantes, que elevam as chances de pessoas com essa gripe apresentarem complicações médicas mais graves.

A epidemiologista do CDC responsável por esse estudo, Anne Shuchat, declarou ao conceituado jornal americano Washington Post, que ficou surpresa com a quantidade de pacientes obesos entre o número dos casos considerados como graves, dessa doença.

 

 

 

 

Artigo Completo Aqui

link do postPor buxi, às 07:25  Comentar


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