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Bom dia!!

Encontrei mais um artigo que fala sobre o açucar. Deixo aqui algumas frases que retirei, mas podem ler o artigo completo neste Link

 

"A dependência instala-se desde os primeiros meses de vida, com consequências bem amargas para a saúde. As temidas cáries dentárias e a obesidade são apenas duas faces visíveis do problema."

 

"Cada português consome, em média, 35 quilos de açúcar por ano, ou seja, cerca de 100 gramas por dia, o que equivale a cerca de 12 pacotinhos de açúcar iguais aos que usamos no café!"

 

" Os portugueses ocupam actualmente o segundo lugar em matéria de calorias diárias ingeridas, com 3741 calorias"

 

“O açúcar corrente é o alimento que mais contribui para a obesidade e outros desequilíbrios metabólicos”

 

"Associada ao consumo do açúcar e dos adoçantes sintéticos, encontra-se uma longa lista de possíveis complicações para a saúde."

 

"A ingestão de açúcar pode activar um sistema de recompensa no cérebro que nos impele a repetir a dose, tal como sucede com a heroína"

 

"Experiências realizadas com ratos, conduzidas pelo neurocientista Bart Hoebel na Universidade de Princeton nos E.U.A., revelaram que em apenas 10 dias os pequenos roedores duplicaram a ingestão da solução açucarada, bebendo-a logo na primeira hora em que estava disponível"

 

"as crianças durante o primeiro ano de vida não devem ingerir açúcar ou sal. No entanto, a maioria dos alimentos destinados a bebés, como papas e boiões de fruta, contêm sacarose. Sendo o açúcar uma substância energética que entra rapidamente na corrente sanguínea, não é de admirar que as crianças manifestem grande agitação e oscilações de humor ou que tenham dificuldade em dormir.

 

"problemas mais graves, como tumores cerebrais, lúpus e esclerose múltipla, têm sido directamente ligados ao aspartame (E 951), também conhecido como «Canderel»"

 

Deixar o açúcar - Testemunhos

 

“Livrei-me dos piores venenos”


Há mais de um ano que Fernando Meireles, líder dos Realejo (grupo de música étnica e tradicional) cortou radicalmente com o açúcar. “Podem pôr-me à frente a coisa mais deliciosa do mundo que não me causa água na boca”, garante. “Durante anos procurei uma explicação para o meu cansaço e estados depressivos. Os medicamentos faziam-me sentir ainda pior, até que despertei para a questão do açúcar quando estava a ler um livro do Aldous Huxley”. Pesquisou os efeitos do açúcar na internet e resolveu cortar a sua dose diária, “só para experimentar, até porque achava que não consumia muito açúcar, só punha um pacotinho no café da manhã e às vezes comia um chocolate ou uma sobremesa”. Alguns dias de abstinência bastaram para notar diferenças: “sentia-me menos cansado, menos stressado, mais optimista, mais leve…”.


O açúcar foi posto definitivamente de parte. “Foi uma descoberta fantástica. Se me contassem, eu, que sou muito céptico, não acreditava”. Desde então, muitos amigos “entraram na onda” e têm feito “o teste do açúcar”. Nas pessoas mais gordas o efeito é mais demorado, adverte. “A maioria das pessoas nem sabe o que é estar livre do açúcar, porque desde pequenos somos encharcados de coisas doces”. “Parece que de repente acordamos, sente-se a vida de outra maneira”, garante. “Já não dá para voltar atrás”.

 

“Vale a pena tentar”


Há dois anos que Liliana Ferreira aumentava de peso sem qualquer razão aparente. “Já tinha deixado de comer sopa, de lanchar, fazia refeições rápidas à noite, tinha cortado com as gorduras… mas não conseguia diminuir de peso. A retenção de líquidos nas pernas era o que mais me incomodava e preocupava”. A experiência entusiástica de um amigo alertou-a para a hipótese do açúcar alterar o metabolismo normal do organismo. “Resolvi tentar cortar: passei a tomar o café pingado e sem açúcar, deixei de comer sobremesas doces, incluindo as saladas de fruta, e, principalmente, acabei com os rebuçados que punha na boca ao longo do dia para tentar disfarçar a falta de energia”. Só então reparou na quantidade de açúcar que ingeria diariamente.


“Fiz um corte radical e durante dias tive uma reacção física muito nítida, sentia uma enorme pressão nos maxilares e uma dor intensa, não conseguia descontrair – nunca me tinha acontecido…”. Em ocasiões sociais e festivas ainda prova uma sobremesa com açúcar mas “passei a enjoar coisas muito doces”, o paladar habituou-se ao sabor natural dos alimentos. “Em poucos meses perdi oito quilos, deixei de ter acumulações de líquidos e recuperei a alimentação normal, com refeições completas e direito ao lanche”. Não estava à espera de tanto. “Um facto curioso é que também deixei de sentir dores nas costas, devido a uma lombalgia crónica que me perturba há vários anos. Será mera coincidência?”.

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De acordo com um novo estudo, o açúcar refinado cria uma maior dependência que a cocaína - uma das substâncias mais viciantes e nocivas que actualmente se conhece.

 

Um valor espantoso de 94% de ratos a quem foi dado escolha opcional entre açúcar, água ou cocaína, escolheram o açúcar. Mesmo ratos viciados em cocaína rapidamente alteraram a sua preferência para açúcar, quando lhes foi oferecido como opção. Os ratos demonstraram também uma maior disposição para trabalhar em troca de açúcar do que m troca de cocaína.

 

Os investigadores especulam que os receptores de sabores doces (dois receptores proteicos localizados sobre a língua), que evoluiram em tempos ancestrais, quando a dieta era baixa em teor de açúcar, não se adaptaram ao consumo elevado de açúcar dos tempos modernos.

 

Portanto, o estímulo anormalmente elevado destes receptores devido à nossa dieta rica em açúcares gera um excesso de sinais de recompensa no cérebro, que têm o potencial para se sobrepor aos mecanismos normais de auto controlo, conduzindo por isso à dependência.

 

Para além disso, o estudo demonstrou que existe uma tolerância cruzada e uma dependência cruzada entre açúcares e drogas. Como exemplo, animais com um longo historial de consumo de açúcar tornaram-se tolerantes (sem sensibilidade) aos efeitos analgésicos da morfina.

 

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