17.1.12

Proteger as mamas do tão temido câncer é desejo de toda mulher. Uma pesquisa realizada por estudiosos da Faculdade de Medicina da Universidade Marshall, nos Estados Unidos, comprova que incluir nozes na alimentação diária da mulher pode prevenir o câncer de mama, tão temido entre elas.

O ômega 3 e a vitamina E presentes nesta oleaginosa seriam os responsáveis pelo benefício. 

A pesquisa foi realizada com dois grupos de roedores: os que ingeriam nozes durante as refeições e aqueles que não tinham contato sequer com uma lasca de noz. O resultado mostrou que o primeiro grupo teve redução de 50% nos riscos de desenvolver a doença. Além do mais, aqueles que apresentaram o tumor registraram diminuição em seu tamanho.

 

Continua...

link do postPor buxi, às 23:35  Comentar

27.1.10

Obrigada pelos vossos comentários no ultimo post. Deixo aqui mais um video sobre obesidade.

 

 

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link do postPor buxi, às 16:41  Comentar

18.10.09

Hoje pensei numa conversa que tive com um medico, o qual me falou de uma teoria que se baseia que o cancro e causado por traumas que uma pessoa teve que nao foram "curados" e que consoante o trauma o cancro teria uma diferente localização no corpo.

 

 

Umas das coisas que me contou é que normalmente as mães que perderam um filho, tem tendencia, caso venham a ter cancro, de o ter na mama e num determinado lado (nao me recordo do lado que me disse). E hoje lembrei-me dum caso de uma pessoa amiga, que precisamente perdeu um filho e teve cancro da mama. Felizmente correu tudo bem e hoje esta saudavel.

 

Hei de tentar saber como é que essa teoria se aplica, quando acontece a crianças muito pequenas. Pois no meu ponto de vista julgo eu que nao tiveram tempo para ter traumas, mas muitas vezes as crianças sentem mais coisas do que nos imaginamos...

 

Mas é curiosa esta teoria nao?

 

 

 


23.9.09

Noticia traduzida, ler original

 

(NaturalNews) Autora Kaayla T. Daniel esta a desafiar o  que ela chama de mito de que a soja previne o câncer de mama. "A verdade é que a proteína de soja contém níveis perigosos de estrógenos vegetais. Embora não sejam idênticos aos estrógenos humanos, estes têm sido comprovados para aumentar a proliferação de células da mama, um marcador amplamente aceite de risco de câncer de mama". disse Daniel, autor de "The Whole Soy Story: The Dark Side of America's Favorite Health Food."

"A indústria de soja nega constantemente as evidências de que a soja pode promover o câncer de mama", disse Daniel. "Chega  mesmo a usar o Breast Cancer Awareness Month como uma desculpa para empurrar seus produtos em mulheres inocentes."

Daniel contesta a idéia de que a soja é responsável por menores taxas de câncer de mama entre aquelas que consomem dietas tradicionais asiáticas. Ela cita um estudo recente no jornal "Causas e Controle do Câncer", que constatou que os asiáticos que comeram mais de soja não têm menores taxas de câncer do que os asiáticos que comeram menos.

"A indústria de soja ... pesadamente promove o mito de que os asiáticos têm menores taxas de câncer de mama por causa do consumo de soja", disse Daniel. "Na verdade, os asiáticos comem soja em quantidades muito pequenas, como condimento na dieta e não como um alimento básico. Além do mais, comem fora de moda, todo os produtos de soja como o miso, tempeh, natto e tofu, não a nova moda dos produtos transformados comercializados pela indústria da soja, como leite de soja, hambúrgueres e "barras de energia."

Funcionários do Governo em Israel e na França concluíram que o alto consumo de soja pode certamente representar um risco de câncer de mama. Em Israel orientações do Ministério da Saúde recomendam que as mulheres tenha cuidado "no consumo de soja, e os franceses Agência Alimentar decidiu exigir nos produtos de soja  rótulos de advertência.

"Os riscos são bem conhecidos", disse Daniel. "A soja não é claramente a resposta para a prevenção do câncer de mama. A evidência está mostrando que a soja pode até ser parte do problema".

 

 

 

 


7.3.09

Artigo escrito por Dr. Márcio Bontempo Livro "Relatório Orion" 

 

 

Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da alimentação industrializada moderna. Temos consciência de que 85 por cento das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada.

 

Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa ou à colaboração para o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções, pressão alta, prisão de ventre, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc.

 

Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.

A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos.

 

Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em  artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.

 

Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos  países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.

Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea.

 

 

Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.

 

Ler artigo completo

 

 

 

 

 

 

 



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