20.7.09

Gostaria de relatar um episodio engraçado que se passou aqui na Irlanda com uma amiga minha ( ela autorizou-me a escrever a historia, obrigada!).

 

Mas antes disso terei de falar sobre uma coisa, para quem nao viu a palestra completa do Dr Russell Blaylock sobre Excitotocinas . As excitotocinas sao glutamato e aspartame, que segundo ele provocam entre muitas coisas más, alterações hormonais - a diminuição da fertilidade nos casais.

 

Agora passo a contar a historia .

 

A minha amiga, ja andava a tentar engravidar há cerca de 1 ano e meio.

 

Quando por acaso lhe falei da dieta da Amendoa (onde se exclui o glutamato ,aspartame e açucar) que eu andava a fazer. Isto  por volta de Março. Ela tambem quis experimentar e o namorado também alinhou. Coincidencia ou não, a verdade é que foi nesse preciso periodo que engravidou.

 

Terá aumentado a fertilidade por ter excluido este quimicos?

 

Leva-nos a pensar até que ponto  o glutamato e aspartame diminuem a fertilidade...

 

 

 

 


18.7.09

Achei uma coisa curiosa. Encontrei um projecto do partido socialista (PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 410/X ) na internet no qual dizia:


"O glutamato também age como uma excitotoxina, causando a morte neuronal quando níveis elevados desse neurotransmissor são libertados por períodos prolongados."


E no entando não faz nada pra eliminar dos alimentos vendidos nos supermercados...ao menos podiam avisar como nos pacotes de tabaco.

 

 

 


5.6.09

Cerca de 20 a 35% da população sofre de diversas manifestações clínicas que resultam da Intolerância, mediada por IgG, a diferentes alimentos.

 

Estas manifestações são mais tardias e menos evidentes e dessa forma podem passar despercebidas, sem serem diagnosticadas, durante bastante tempo.

 

Existem evidências científicas de que a eliminação da dieta, dos alimentos para os quais são detectados níveis de IgG específicas acima da normalidade, induz melhorias notáveis em elevada percentagem das situações clínicas.


Em pessoas com tendência para o excesso de peso, podem ocorrer notáveis perdas, quando se estabelece uma dieta em que se suprime aqueles alimentos que, através do diagnóstico de intolerância, foram demonstrados como sendo proibidos.

 

Alguns sintomas:


•     Excesso    de    peso
•     Transtornos    digestivos:    diarreias,    cólon    irritável…
•     Manifestações    cutâneas:    irritação,    acne,    psoríase…
•     Dores    de    cabeça:    enxaquecas,    enjoos…
•     Transtornos    psicológicos:    ansiedade,    depressão,    fadiga
•     Transtornos    respiratórios
•     Outros:    artrite,    inflamação    das    articulações…
 


Fonte

 

 

 

 


7.3.09

Artigo escrito por Dr. Márcio Bontempo Livro "Relatório Orion" 

 

 

Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da alimentação industrializada moderna. Temos consciência de que 85 por cento das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada.

 

Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa ou à colaboração para o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções, pressão alta, prisão de ventre, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc.

 

Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.

A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos.

 

Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em  artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.

 

Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos  países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.

Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea.

 

 

Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.

 

Ler artigo completo

 

 

 

 

 

 

 



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