Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Deixo aqui um link para um esquema que explica porque  aditivo alimentar  glutamato leva ao autismo.

 

Clicar aqui

 

Retirado do site: www.msgtruth.org

Autoria e outros dados (tags, etc)

Noticia retirada do Correio da Manhã

Nutricionista americana faz experiência com McDonald's

 

Uma nutricionista americana fez uma experiência com um ‘Happy Meal’ da cadeia de fast food McDonald’s, fotografando-o em 2009 e guardando-o, para comprovar o poder dos conservantes. Um ano depois o hambúrguer e as batatas continuavam quase iguais, sem qualquer tipo de odor ou outros sinais de decomposição.

 

O 'Happy Meal' é uma refeição que se destina a crianças e a nutricionista Joann Bruso defendeu, em declarações ao diário britânico 'Daily Mail', que o facto de não apresentar indícios de decomposição passado tanto tempo demonstra que essa comida não é saudável.

 

No decurso deste período, Bruso também afirma que nem moscas nem outros insectos foram atraídos pela refeição da cadeia McDonald's.

 

A americana afirma ainda que ‘se as moscas ignoram um ‘Happy Meal' e os micróbios não o decompõem, então o corpo de uma criança também não poderá metabolizá-lo convenientemente.

Ao longo dos anos, a cadeia de fast food americana McDonald's tem-se esforçardo para provar que os seus alimentos são de qualidade, contrariando mitos criados acerca dos mesmos.

No entanto, estudos recentes indicam que cada produto contém, em média, sete aditivos alimentares. O pão tem conservantes como cálcio e propionato de sódio, a fatia de pickle contém benzoato de sódio e nas batatas fritas são detectáveis ácido cítrico e pirofosfato ácido de sódio, que mantêm a sua cor.

A McDonald's ainda não reagiu à experiência da nutricionista mas alguns críticos chamam a atenção para o facto de Joann Bruso viver em Denver, no estado do Colorado, onde as temperaturas são particularmente baixas. Isso poderá desacelerar o processo de decomposição da comida.

 

PS: gostei particularmente da explicação final...

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Estava a ver este pequeno video da nova série Food Revolution em que o Jamie Oliver pergunta às cozinheiras se não se questionam sobre os ingredientes que vem a seguir ao ingrediente principal. Os portugueses também parecem não ligar muito, ou então confiam em demasia na OMS.

 

Até imaginei se por exemplo um pacote de bolachas tivesse na lista de ingredientes:

 

Farinha de trigo, açucar,intensificador de sabor de estrume,carbonato de pes mal lavados, extracto de unhas cortadas, maltodextrina de cera de ouvidos.

Será que as pessoas assim já deixariam de comer? Ou simplesmente, como não sabem o que contém os nomes que nunca viram na vida , assumem que não lhes faz mal?

 

Só depois dos alertas aparecem na TV é que começam a acreditar que é capaz de não ser boa coisa como foi o caso dos leites contaminados, até lá mesmo que tenham mil e uma doenças culpam o tempo , culpam mil uma coisas , excepto o que metem na boca...

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Noticia Brasileira retirada daqui:

 

 

Detalhes sobre esta pesquisa podem ser consultados no site www.proteste.com.br.
 

 

 
 

Biscoitos e doces industrializados devem ficar longe das lancheiras para não prejudicar a saúde das crianças.

Boa parte destes lanches têm substâncias que podem causar alergias, hiperatividade e até câncer.

A conclusão é de análise em 31 produtos da Associação de Consumidores Pro Teste.Técnicos avaliaram os rótulos de biscoitos, doces, gelatinas e bebidas.

Entre as marcas analisadas, 19 apresentaram os corante Amarelo Crepúsculo, Tartrazina ou Vermelho 40, que podem causar hiperatividade, déficit de atenção, alergias e câncer.

Treze tinham glutamato monossódico, que causa alergia, e oito, edulcorante, que é um adoçante. A substância é potencialmente cancerígena e pode causar lesões no cérebro

Segundo Manuela Dias, uma das responsáveis pela pesquisa, a presença de substâncias que podem fazer mal deveria estar em destaque nos rótulos, o que não ocorre.

Detalhes sobre esta pesquisa podem ser consultados no site www.proteste.com.br

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Saude

Um padrão alimentar baseado em carnes processadas, gorduras trans e saturadas, cereais refinados, açúcar e aditivos alimentares (corantes, conservantes etc.) dobra o risco de depressão na meia idade. A afirmação é de um estudo, publicado no "British Journal of Psychiatry", que acompanhou quase 3.500 homens por cinco anos, no Reino Unido.

Pesquisadores do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College, em Londres, e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica de Montpellier (França) utilizaram a base de dados do estudo de coorte Whitehall 2, que envolve vários países e inclui no total 10.308 pessoas.

Com os dados do estudo de coorte, os pesquisadores puderam controlar uma ampla gama de variáveis, como condições sociodemográficas, hábitos de vida e parâmetros médicos.

O padrão alimentar foi definido em dois grupos: alimentação integral (alto consumo de vegetais, frutas e peixe) e industrializada (alto consumo de doces, frituras, carne processada, gorduras trans e saturadas e cereais refinados). O mais alto grau diz respeito à ingestão dos alimentos de cada grupo seis ou mais vezes por dia; o grau mais baixo significa que os alimentos não são consumidos nunca ou menos de uma vez por mês.

Após cinco anos, os participantes responderam a um questionário padronizado para medir sintomas de depressão. Os pesquisadores fizeram, então, os ajustes para eliminar fatores como atividade física, doenças crônicas, tabagismo e depressão preexistente. Mesmo excluindo esses potenciais influenciadores, o grupo com o padrão alimentar baseado em alimentos industrializados apresentou o dobro de chances de desenvolver depressão.

"O efeito deletério dos alimentos industrializados na depressão é uma descoberta nova. Precisamos de mais estudos para explicar essa associação, mas a hipótese é que ela se deve ao maior risco de inflamação e doenças do coração, que estão envolvidas na depressão", disse à Folha Tasmine Akbaraly, coordenadora do estudo.
  

 

Resto do artigo aqui: http://www.circuitomt.com.br/home/materia/37643

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Artigo completo  aqui

 

Sete produtos foram avaliados, incluindo a aparência da embalagem de depois de pronto

 

 

Os pratos semiprontos podem ser um perigo à saúde. Segundo a avaliação da Pro Teste – Associação de Defesa do Consumidor, para durar mais tempo, as empresas abusam de aditivos químicos, que não fazem bem à saúde se consumidor com freqüência. O excesso de glutamato monossódico, um realçador de sabor, nos pratos chamou a atenção da equipe que avaliados. Os sete pratos semiprontos avaliados foram o Arroz Carreteiro e Pasta Quatro Queijos, da Maggi, Arroz  Carreteiro, Arroz Ervas Finas e Arroz a Grega Tio João, Receita do Chef Ervas Finas Uncle Ben’s  e o Arroz a Grega Blue Ville.

Os produtos têm como finalidade serem consumidos no lugar de uma refeição ou como um acompanhamento. Eles já vêm temperados. Basta adicionar água e cozinhar por alguns minutos.
Entre os itens avaliados, está a apresentação do prato em relação a foto da embalagem para verificar se o que consumidor está comprando é realmenteo produto exposto na embalagem.

O caso mais discrepante, segundo a análise, foi o Arroz Carreteiro Maggi. Já o que melhor se aproximou da foto da embalagem foi o Arroz à Grega Tio João. A pesquisa completa pode ser acessada no site www.proteste.org.br.
 

A equipe da Pro Teste avaliou a segurança de se consumir esse tipo de produto porque, para  que as comidas semiprontas fiquem com um gosto mais próximo do prato fresco preparado à mão e durem mais tempo, a indústria abusa dos aditivos químicos. Só que muitas destas substâncias não fazem bem à saúde de quem as consome com freqüência.

O grande problema encontrado com esse tipo de alimento semipronto foi a excessiva quantidade de glutamato monossódico – um aditivo realçador de sabor. O glutamato está naturalmente presente nos alimentos. Mas, quando adicionado, principalmente em grandes quantidades, pode servir para mascarar a pobreza de ingredientes de má qualidade ou a utilização de matérias-primas sem gosto. Além disso, pode fazer mal para quem o consome.

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2006
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2005
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D


Links

A Dieta

Indice

Úteis

Blogs

Pesagens

Links