12.5.09

Há uns tempos li algures numa revista que existia uma tribo em Africa que pouco ou nada ingeria de cálcio e que era uma das regiões onde existia menos osteoporose do mundo. Hoje fui dar uma vista de olhos pela internet e encontrei algo que se referia a isso. Ja um medico me disse que nao temos necessidade extra de beber leite, os proprios legumes sao suficientes em calcio, mesmo o peixe ja contem calcio.

 

Deixo entao aqui o excerto do texto que se encontra completo aqui:

 

 

O MITO DA DEFICIÊNCIA DE CÁLCIO

 

Quando perguntamos as causas da osteoporose, a maioria das pessoas repetirá: "falta de cálcio". Esta idéia é reforçada todos os diasquando se lembra às mulheres que tomem seus três copos de leite pordia e seus suplementos de cálcio.

 

Mesmo mulheres jovens, saudáveis enão osteoporóticas andam paranóicas com a perda potencial de massa óssea e tomam precauções para aumentar a força de seus ossos com bastante cálcio.

 

O medo de cálcio insuficiente tornou-se obsessão nacional. Há mesmo um déficit nacional de cálcio?Como o osso é composto em grande parte de cálcio, parece lógico vincular a ingestão de cálcio à saúde dos ossos.

 

As mulheres ocidentais são hoje encorajadas a consumir pelo menos 1.000 a 1.500 mg de cálcio por dia. No entanto é curioso que os dados de outras culturas mostrem claramente que, em países menos desenvolvidos, onde as pessoas consomem pouco ou nenhum laticínio e ingerem menos cálcio no total, há taxas muito mais baixas de osteoporose.Os bantus da África têm a taxa mais baixa de osteoporose de todas as culturas, mas consomem apenas de 175 mg a 476 mg de cálcio por dia. 

 

 

 

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Deixo aqui um mail que me enviaram sobre o leite 

 

EFEITOS DO LEITE

 

 
 

É uma história real!

 
É a história da professora Jane Plant, geoquímica e chefe científica do British Geological Survey —prestigiada instituição pública britânica que se dedica à investigação em matéria de Geologia— pode constituir significativo exemplo para muitas mulheres, já que ela sobreviveu a 5 tumores mamários e às práticas médicas convencionais para tratar o câncer.

 
E fê-lo, segundo ela mesma afirma, de uma forma muito simples, eliminando todos os lácteos de sua dieta. Sua história é parecida a de muitas outras mulheres. Sentiu o mesmo pânico quando lhe diagnosticaram câncer de mama e confiada no bem saber e fazer dos oncólogos, submeteu-se a uma mastectomía e à irradiação dos ovários porque lhe disseram que, assim, provocava-se a menopausa, suprimia-se a produção de estrogênio e se poderia curar o câncer.

 
Mas tudo resultou falso. De fato, o câncer reproduziu-se até 4 vezes. “Sofri a amputação de uma mama, submeteram-me a radioterapia e a quimioterapia muito dolorosas. Consultei eminentes especialistas do meu país mas, no meu íntimo, estava certa que enfrentava a morte”.

 
“Estive quase a ponto de atirar a toa- lha”, conta a professora Plant no seu livro “Your life in your hands” (A Tua Vida Nas Tuas Mãos) onde relata a própria experiência e explica como chegou à idéia que acabou por salvá-la. “A origem foi uma viagem de meu marido à China — conta em sua obra — comecei a pensar que a minha enfermi dade era inexistente naquele país”.

 
De fato só uma em cada 10.000 mulheres morre de câncer de mama na China;enquanto no Rei no Unido, os números oficiais falam de uma em cada 12.  

 
“Então, meu marido — que também é cientista — e eu começámos a investigar a forma de vida e alimentação dos orientais, até que chegamos à ideia que me salvou a vida: as mulheres chinesas não tinham câncer de mama nem os homens desenvolviam tumores prostáticos porque são incapazes de tolerar o leite e, portanto, não o tomam. E mais, sabemos que os chineses não compreendem a preocupação ocidental com a ingestão do leite de vaca”.

 
Eles nunca o utilizam e muito menos para amamentar os seus bebês! E, parando-se para pensar, não pode ser simples casualidade o fato de que mais de 70% da população mundial seja inca paz de digerir a lactose. Hoje, creio que a natureza tenta avisar-nos a tempo de que estamos comendo um alimento erradamente.

 
Quando Jane Plant escreveu tudo isto, estava fazendo quimioterapia em seu quinto tumor mamário.Foi então que decidiu suprimir, por completo, a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contêm leite e seus derivados. O que sucedeu? — Em poucos dias - registra em seu livro — o tumor começou a diminuir.

 
“Duas semanas depois da minha 2ª sessão de quimioterapia e uma após haver suprimido o leite e derivados, o tumor começou a formigar . Logo em seguida, abrandou e começou a minguar. Seis semanas depois havia desaparecido”. 

 
De fato, meu oncologista do Charing Cross Hospital, de Londres, não pôde reprimir um exclamar maravilhado: “Não o encontro!!!” Quando examinou a zona onde havia estado o tumor.

 
Pelo visto, não esperava que alguém com um câncer tão avançado — pois já havia invadido o meu sistema linfático — pudesse sobreviver.

Felizmente, aquele oncologista conseguiu superar seu cepticismo inicial e na atualidade, recomenda uma dieta sem lácteos aos seus pacientes.

 
Convencida de que deixar de tomar lácteos era o que lhe havia salvado a vida, Jane Plant decidiu partilhar os seus conhecimentos e experiência es crevendo o livro mencionado. E de imediato, mais de 60 mulheres, atingi -das pelo câncer de mama, puseram-se em contacto com ela para pedir-lhe conselho... Seus tumores também desapareceram.

 
Ainda que não tenha sido fácil aceitar que uma substância tão “natural” como o leite pudesse ter tais repercussões para a saúde — explica Plant — agora não tenho dúvida de que a relação entre os produtos lácteos e o câncer de mama é similar à que existe entre o tabaco e o câncer de pulmão.

 
Mas não é só isso. Em 1989, o Dr. Daniel Cramer da Universidade de Harvard, declarou que esses produtos são responsáveis pela aparição do câncer dos ovários. E os dados sobre o câncer da próstata conduzem à conclu são similar.

 

  • A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), afirma que o número de homens que padecem desse tipo de câncer na China é de 0,5 por cada 10.000, enquanto no Reino Unido o número é 70 vezes maior.
  • A chave está pois, sem dúvida, no consumo de lácteos.

 
Para a professora Plant, o leite de vaca é um grande alimento... Mas só para os bezerros! E afirma, convenci da, que a natureza não o destinou para ser consumido por nenhuma outra espécie! De fato estou certa —conclui — de que salvei a minha vida por deixar de consumir leite de vaca.  

 
Só desejo que minha experiência pos sa servir a mais mulheres e homens que, sem saber, podem estar ou virem a ficar enfermos por causa dos lácteos que consomem. 
 

 

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Tive um professor de yoga que me disse que só comia fruta pela manhã e que foi a melhor coisa que fez. Sentia-se mais leve e com energia. Lembro-me de pensar que se fizesse o mesmo ia-me sentir fraquinha e com fomeca. 

 

Há uns tempos decidi então só comer fruta, ou seja pêra, maçã,abacate e as famosas amendoas. Sem lacticinios a acompanhar. Não como nem frutas ácidas como laranja ou kiwis ou de indice glicemico alto como bananas.

 

A verdade é que nao me senti nem fraquinha nem com fome, bem pelo contrario, até mais cheia do que esperava, as vezes ate tenho de dar o resto da fruta ao meu namorado porque nao entra mais :). Eu corto aos pedacinhos e meto numa taça, por outras palavras uma salada de frutas.

 

Parece que o professor tinha razão :)

 

 

 


8.5.09

De volta à Irlanda e comigo trouxe uns kilinhos ( como recordação de Portugal). Estou com 55,7 kg, ou seja 2 kg a mais! Mas gostei muito destes dias, ainda tive sorte e apanhei o sol no fim de semana e fomos a uma praia na Costa da Caparica que nunca tinha ido, de nome praia da mata ao lado da praia da ponte. Vejam lá que ate passou o senhor das bolas de berlim ( com e sem creme) e para o bem da união da familia pedimos todos uma! hehe!

A água do mar é que estava geladinha, mesmo assim ainda consegui molhar até à cintura.Bem, la estarei de volta em Setembro.

 

 

 

 


3.5.09

Entrevista retirada aqui Sonia Hirsch pesquisadora, jornalista e escritora 

especializada em promoção da saúde

 

Sonia Hirsch, você agora é contra a soja?

 

Nunca fui a favor, a não ser nas formas fermentadas: misso, shoyu, tempê, natô. Já no meu primeiro livro, Prato feito, que é de 1983, aviso que a soja não deve ser consumida como feijão.

 

 

Mas seus livros dão muitas receitas de tofu.

 

Tofu é bom de vez em quando, porque parte da acidez da soja sai no soro. O tofu é feito de leite de soja talhado. Funciona muito bem para substituir o queijo quando a gente está querendo parar de comer laticínios, mas não dá para abusar. O mundinho natural e macrô adora, mas eu mesma como pouco, porque minha pele não gosta.

 

E a carne de soja? Você dá uma receita de picadinho de carne de soja no Prato feito.

 

Essa receita foi uma exceção, é a única que você encontra em todo o meu trabalho. Está lá como uma homenagem ao Bira, cozinheiro macrô que morou muito tempo no Rio e ficou famoso pelo picadinho. Eu mesma já não gostava de carne de soja na época, início dos anos 80; achava aquele negócio muito esquisito. Mas o Bira fez o picadinho num evento do Circo Voador na Quinta da Boa Vista, a galera gostou e eu pensei: vou botar a receita, afinal ele merece... Depois fiz a autocrítica no próprio livro, a partir da décima edição. Demorou...

 

Mas afinal, por que você está revoltada com a soja?

 

Estou revoltada com o uso que estão fazendo dela. Porque o consumo liberal de soja é muito prejudicial à saúde, tanto em forma de comida e bebida quanto em fórmulas farmacêuticas para suplementação hormonal.

 

Prejudicial, como assim? A soja não é o tesouro da Ásia?

 

O cultivo da soja na Ásia é muito antigo, tanto que ela é um dos cinco grãos sagrados dos chineses, junto com arroz, trigo, cevada e painço; mas não para fins alimentares. Seu dom é agrícola. Por ser muito rica em proteínas, a soja, que é uma leguminosa como todos os feijões, é também muito rica em nitrogênio, elemento essencial para a fertilidade do solo. Plantar a soja entre as outras culturas e cortá-la quando as favas de feijão se formam, deixando-a apodrecer no solo, traz o maior benefício para a lavoura. Sem ela a terra se esgotaria. Como alimento, porém, ela tem inúmeros inconvenientes. Como todos os feijões, mas muito mais acentuados.

 

Os feijões são inconvenientes?

 

Hipócrates já dizia que os feijões são tão ricos em nutrientes que poderíamos viver só deles - se não fossem tão tóxicos. Por isso, recomendava comer os feijões em pequena quantidade e sempre acompanhados por algum cereal, para equilibrá-los. A uma pessoa doente, Hipócrates proibia os feijões. O dr. Barcellos, médico, em sua dieta contra o câncer e todas as alergias, proíbe os feijões todos. Inclusive o amendoim e os feijões verdes, como a vagem, a ervilha fresca, o petit-pois. Aponta como problema a qualidade extremamente ácida e tóxica das proteínas dos feijões. E realmente, se você pára de comer feijão as indisposições melhoram. Feijão é coisa para gente saudável!

 

Mas e a soja?

 

Então, a soja é o mais protéico de todos os feijões, por isso o mais tóxico. Hoje existem muitos estudos esclarecendo vários pontos. Um: a soja contém altos níveis de ácido fítico, ou fitatos, que reduzem a assimilação de cálcio, magnésio, cobre, ferro e zinco em adultos e crianças, prejudicando a saúde e o crescimento. E os métodos convencionais, como deixar de molho, germinar os grãos ou cozinhar longamente em fogo baixo, não neutralizam o ácido fítico da soja; somente a fermentação tem esse poder. Dois: a soja contém inibidores de tripsina que interferem na digestão das proteínas e podem causar distúrbios pancreáticos e retardo no crescimento. Três: desde 1953 é conhecido o impacto negativo das isoflavonas sobre a saúde humana. A esse respeito, você encontra uma lista de 150 estudos científicos que não podem ser ignorados emwww.westonaprice.org/soy/dangersisoflavones.html#studies .

 

Mas as isoflavonas não são fitoestrógenos, bons para reposição hormonal?

 

Os fitoestrógenos da soja atrapalham as funções endócrinas, têm o potencial de causar infertilidade e de promover câncer de seio em mulheres adultas. São poderosos agentes inibidores da tiróide, causando hipotiroidismo e podendo provocar câncer de tiróide.

 

Nesse caso, as mulheres japonesas, que consomem tanta soja, não deveriam estar mal de saúde?

 

Pra começar, elas não consomem tanta soja; vivem muito mais de arroz, algas marinhas, vegetais, peixes e frutos do mar. Da soja usam basicamentemisso, que é a massa fermentada e salgada de soja; shoyu ou tamari, que são molhos fermentados de soja; e nattô, que é o próprio feijão de soja fermentado, com gosto e sabor fortíssimos. Aqui, ao contrário, as pessoas estão usando qualquer coisa de soja achando que é bom - leite de soja, tofu, proteína de soja, extratos de soja. Uma japonesa obtém da soja uma média de 10 mg de isoflavonas por dia. As brasileiras estão ingerindo por dia 150 mg de isoflavonas (genisteína, genistina, daidzaína) em cápsulas, ou seja, dez vezes mais do que a média das japoneses consome.

 

Mas elas têm menos câncer de seios e ovários.

 

Sim, mas é porque a alimentação delas, como um todo, é menos rica em estrogênio e seus análogos do que a dieta ocidental, abundante demais em leite, laticínios, carne vermelha, frango e ovos, todos conectadíssimos ao surgimento de doenças crônicas e degenerativas.

 

E os milhões de crianças que se alimentam de leite de soja, correm algum risco?

 

Vários. Um deles é o desenvolvimento de distúrbios na tiróide. Não sei se você notou que há uma epidemia de problemas na tiróide hoje em dia. De onde vem isso? Do stress, mas também da alimentação. Um estudo mostra que bastam 30 g de tofu por dia, durante um mês, para causar problemas na tiróide.

 

Um ponto positivo parece ser a presença de uma forma de vitamina B12 na soja...

 

A vitamina B12 só existe nos organismos animais. A gente produz B12 dentro do corpo. Nos vegetais você a encontra em uma ou outra microalga, ou então em forma análoga. Acontece que os análogos da vitamina B12 que a soja contém não são absorvidos e ainda aumentam a necessidade de B12 no organismo. Pior: comidas à base de soja aumentam também a necessidade de vitamina D.

 

E a proteína da soja, serve para alguma coisa?

 

Não entendo por que alguém vai querer uma proteína tão desnaturada, já que é processada em alta temperatura até virar proteína isolada de soja, proteína vegetal texturizada. O processamento da proteína de soja resulta na formação da tóxica lisinoalanina e das altamente carcinogênicas nitrosaminas. Fora um conteúdo extra de alumínio em grande quantidade - e o alumínio é tóxico para o sistema nervoso, para os rins, para a medula óssea...

 

Você tem mais algum horror pra contar sobre a soja?

 

Só mais um: o ácido glutâmico livre, MSG, GMS, glutamato monossódico ou simplesmente glutamato de sódio, é uma poderosa neurotoxina formada naturalmente durante o processamento da soja. Estimula a tal ponto nossos receptores de sabor no cérebro que pode matar neurônios. São documentados os casos de morte súbita por excitotoxinas, outro apelido dessas neurotoxinas, entre as quais se inclui o aspartame. Ainda assim, esse derivado da soja está espalhado por inúmeros produtos industrializados (bem como o aspartame). E nos próprios alimentos à base de soja, mais glutamato é adicionado para realçar o sabor sem que seja preciso avisar no rótulo, já que se trata de um derivado "natural" da soja, então a lei dispensa.

 

Como se pode evitar o consumo de glutamato?

 

Lendo os rótulos, evitando produtos industrializados, preferindo comer o que está ainda na sua forma natural. E, num restaurante japonês, pedindo missoshiro sem ajinomoto, que é o próprio glutamato. Eles tentam recusar, porque a sopa de misso já está pronta, mas você repete com firmeza e eles preparam outra na hora. Não existe nada mais fácil, saudável e nutritivo do que uma missoshiro: o lado maravilhoso da soja.

 

 


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