4.10.08

Eles são importantíssimos para o corpo ­ não há dúvidas nem novidade nisso. A notícia é que, de uns anos para cá, os minerais viraram os deuses da saúde no pódio dos especialistas. Eles, que sempre viveram à sombra das vitaminas, depois da consagração da medicina ortomolecular — aquela que aposta tudo na turma dos micronutrientes (vitaminas, aminoácidos e minerais) para estabelecer o equilíbrio bioquímico das células —, subiram na vida. Hoje, são reconhecidos como básicos para evitar a perda de vitalidade, o envelhecimento precoce, o aparecimento de doenças e o excesso de peso. Sim, os minerais também ajudam a combater as gordurinhas extras. Como eles fazem isso é o que você vai descobrir agora.

 

Assim como as vitaminas, os minerais são substâncias orgânicas que participam de várias funções no nosso corpo. Uma delas é regular o metabolismo. “Os problemas metabólicos podem ser uma das causas do excesso de peso”, explica Sylvana Braga, reumatologista do Hospital das Clínicas de São Paulo com especialização em medicina ortomolecular. “Para que se possa fazer essa correção, favorecendo o efeito da dieta, a presença dos minerais é imprescindível”, completa. Isso significa que, independentemente de você se exercitar e ter uma alimentação saudável, quando faltam determinados minerais o metabolismo fica mais lento.

 

Os heróis que mais trabalham para a retomada do ritmo certo são o cromo, o selênio, o magnésio, o potássio, o zinco e o vanádio. Eles também participam da digestão dos carboidratos, das proteínas e das gorduras. “Sem eles, o hormônio insulina também não consegue agir direito, o que complica o transporte do açúcar para dentro das células”, diz a nutricionista Lisnia de Paula Marinelle, de São Paulo. Ou seja, o açúcar que sobra circulando no organismo é transformado em gordura e armazenado, como todo excesso, onde a gente menos deseja: nas coxas, nos culotes e na barriga.

 

Outro vilão do corpo enxuto são os metais tóxicos. Quando transitam pelo organismo além da dose suportável, eles também contribuem para somar pontos na balança. O chumbo, por exemplo, deixa o metabolismo lento e causa depressão. E depressão, já viu, faz até a garota mais controlada do mundo comer mais, principalmente carboidratos. Os minerais têm o poder de se ligar a essas substâncias malignas e expulsá-las do organismo pela urina.

 

Mas, alto lá: nada de partir para uma megadose, deixando por conta dos minerais a tarefa de secar esse corpinho. Sozinhos, eles não emagrecem ninguém. “A perda e a manutenção do peso dependem de uma série de fatores, como mudar os hábitos alimentares, moderar nas porções e fazer exercícios”, ressalta Lisnia. Portanto, atenção: encare os minerais como coadjuvantes no projeto corpo magro. Se você gostou da idéia e ficou tentada a partir para um programa de automedicação, cuidado: em excesso, os minerais podem até fazer mal (veja na página ao lado qual é a dose certa). O melhor caminho, aliás, é arquitetar cardápios que já contenham a sua cota de minerais ­ suplementação, só com a bênção do seu médico. E onde é que os minerais moram? As fontes são mais restritas que as das vitaminas, mas uma dieta variada consegue fornecer a quantidade necessária. O mapa da mina você vai ver a seguir.

 

Cuidado com a overdose


Excesso de comida industrializada, stress e poluição podem prejudicar o fornecimento e a absorção dos minerais. É por isso que alguns médicos, especialmente os que seguem a linha ortomolecular, defendem a necessidade de suplementação. Mas fique esperta: qualquer nutriente ingerido acima das necessidades recomendadas se torna um medicamento. Isso quer dizer que as pílulas concentradas em minerais não devem ser consumidas sem a prescrição e o acompanhamento médico. Se a carência é ruim, o excesso não fica atrás. “Doses altas de um determinado mineral pode ser tóxico ao organismo, causando vários efeitos colaterais, como náusea, tontura e dores abdominais”, alerta Lisnia. Só um mineralograma, feito a partir da análise do fio de cabelo ou do sangue, pode apontar a necessidade de reposição dessas substâncias. “Se a deficiência for grave, difícil de ser corrigida apenas com mudanças na alimentação, os suplementos são prescritos temporariamente”, diz Sylvana Braga.

 

Põe no prato


Os minerais amigos da balança estão abaixo, seguidos das suas principais fontes. Só não vale exagerar na quantidade — junto com os micronutrientes vêm as calorias, bastante altas em algumas opções. O segredo é variar ao máximo as suas escolhas, além de seguir as quantidades sugeridas pela médica ortomolecular Sylvana Braga.

 

cromo


O cromo participa da digestão dos carboidratos e das gorduras, evitando estoques na região do abdômen. Esse mineral estimula o organismo a produzir uma quantidade maior de serotonina (substância responsável pela sensação de bem-estar), deixando você mais resistente aos doces e a outros carboidratos. Gravidez, stress e o consumo excessivo de açúcar refinado diminuem os níveis desse mineral no organismo.
Necessidade diária para uma mulher adulta saudável: cerca de 200 microgramas.
Principal fonte: aveia em flocos (2 colheres de sopa).
Outras opções: 3 amêndoas, 2 avelãs, 1 castanha-do-pará, 1 figo seco, 1 fatia de pão integral, 6 mariscos, 1 bife pequeno de fígado, 2 colheres (sopa) de lula, 1 fatia fina de queijo branco.

 

magnésio


Também atua no metabolismo dos carboidratos, das proteínas e das gorduras, além de ser fundamental na conversão de um aminoácido, o triptofano, em serotonina, evitando ataques a beliscos. O consumo excessivo de açúcar branco tende a reduzir os níveis de magnésio no sangue.
Necessidade diária para uma mulher adulta saudável: cerca de 750 miligramas.
Principal fonte: castanha de caju (1 colher de sopa).
Outras opções: 2 colheres (sopa) de lula, 1 prato (sobremesa) de marisco, 1 fatia média de tofu, 1 copo (200 ml) de leite de soja, 1 colher (sopa) de cebola, 1 filé pequeno de peito de frango, 1 colher (sopa) de gérmen de trigo, 1 prato (sobremesa) de espinafre, 1 prato (sobremesa) de folhas verdes, 1 fatia de pão integral, 1 filé pequeno de linguado.

 

selênio


Esse mineral participa da síntese do iodo, que, por sua vez, é responsável pela produção do T4 (tirosina) e T3 (triiodotironina) ­ hormônios da tireóide que regulam o ganho e a perda de peso. O selênio ainda melhora o funcionamento das papilas gustativas, aguçando o paladar. Isso ajuda você a sentir melhor o gosto do doce e portanto aplacar a necessidade de mais e mais açúcar, diminuindo as calorias diárias.
Necessidade diária para uma mulher adulta saudável: cerca de 200 microgramas.
Principal fonte: castanha-do-pará (2 unidades).
Outras opções: 1 ostra, 2 colheres (sopa) de lula, 6 camarões, 2 colheres (sobremesa) de farelo de trigo, 1 colher (sopa) de champignon.

 

vanádio


Ajuda na digestão da gordura, na absorção do cálcio e no metabolismo da insulina. A carência causa um desequilíbrio nos níveis de açúcar no sangue, aumentando a produção de insulina e os estoques de gordura. Ansiedade e depressão tendem a diminuir a concentração de vanádio no organismo.
Necessidade diária para uma mulher adulta saudável: cerca de 200 microgramas.
Principal fonte: ervilha (1 colher de sopa).
Outras opções: 1 ostra, 1 colher (sopa) de salsa, 1 fatia de pão integral, 1 gema, 1 colher (chá) de pimenta vermelha.

 

zinco


Ele tem papel regulador na ação da insulina, evitando o acúmulo de gordura abdominal. Também ajuda a manter o equilíbrio na produção dos hormônios da tireóide e contribui para a digestão das gorduras. O zinco é, ainda, capaz de melhorar o paladar, reduzindo o consumo de alimentos muito doces ou salgados.
Necessidade diária para uma mulher adulta saudável: cerca de 10 miligramas.
Principal fonte: ostra (1 unidade).
Outras opções: 1 caranguejo, 2 colheres (sopa) de lula, 1 fatia pequena de pão de centeio, 2 colheres (sopa) de massa integral, 4 metades de nozes, 1 colher (sopa) de pistache, 3 amêndoas.

 

potássio


É essencial em muitas funções do organismo. Participa da síntese da proteína, por exemplo: se a proteína não é bem digerida, acaba virando estoque de gordura. Sua carência provoca retenção de líquido. O uso de diuréticos pode ocasionar perda de potássio. É um dos minerais mais facilmente encontrados nos alimentos.
Necessidade diária para uma mulher adulta saudável: cerca de 600 microgramas.
Principal fonte: limão (1 unidade).
Outras opções: 1 copo (200 ml) de água-de-coco, 1 laranja, 1 colher (sopa) de amendoim, 1 banana-prata ou maçã, 1 colher (sopa) abacate, 1 prato (sobremesa) de espinafre, 3 buquês de couve-flor, 2 colheres (sopa) de feijão, 1 colher (sopa) de cebola, 1 colher (sopa) de uva passa, 1 copo (200 ml) de leite desnatado, 1/2 batata média.

 

Artigo retirado daqui

link do postPor buxi, às 07:54  Comentar

3.10.08

Gostava de deixar aqui um apontamento sobre estes dois produtos que são muitas vezes adicionados a produtos alimentares. Nomeadamente, em alguns produtos como iogurtes, leite de soja, fiambre, sumos, etc. São nomes que subsituem o toxico intensificador de sabor ,que já vos falei antes, de nome glutamato.

A maltodextrina e dextrose é muitas vezes glutamato com outro nome, porque nos EUA existe muita polémica com este ingrediente e muitos produtores "escondem" sobre outros nomes a mesma coisa.

Por isso, o conselho que vos dou é lerem os rótulos e terem atenção a estes ingredientes "extra" que além de vos fazerem mal, ainda vos aumenta o apetite, o que para dietas não é muito aconselhável.

 

Para leituras sobre o assuntos clicar nos seguintes links:

 

http://www.msgmyth.com/

 

http://www.msgmyth.com/hidename.htm ( este link contém outros nomes dados ao MSG)


Bom dia! Hoje já me fui pesar e apareceu 66,0 !! Fui comparar com a ultima sexta feira e perdi 1,9 Kilos quase 2 kilos numa semana!  Em parte deve ser água, mas é muito bom! Isto só porque aboli completamente o açucar refinado da dieta :)

Claro que tenho tido cuidado com a gordura que meto nos bifes, normalmente meto um pouco na frigideira, limpo o excedente com papel absorvente e meto os bifes só com alho e sal.

Gula não tenho tido, ontem o meu namorado veio da Alemanha e trouxe-me uma caixa de chocolates e eu disse que esta semana não tinha tocado em pitada de açucar e ficou parvo. Mas eu também lhe disse que seria para quando tivesse o meu deslize, pois normalmente há sempre um dia em que nos apetece, mas vou tentar estar o máximo de tempo sem tocar em açucar branco.

É verdade, estou a participar no desafio de Outubro da CC. Cá esta o selo:

Beijokas e bom fds pra todos!


2.10.08

Clicar na Imagem para ver o Video

link do postPor buxi, às 16:17  Comentar

As também chamadas “amêndoas” estão sendo progressivamente valorizadas por agregar saúde à alimentação. Entre as mais conhecidas e consumidas no Brasil estão: castanha-do-pará, noz, amêndoa, castanha de caju e avelã.
Como o próprio nome revela, o fruto oleaginoso possui abundância de óleo, e, apesar de ser pequeno, suas características são bastante expressivas: é saudável, nutritivo... e um tanto calórico! Porém, os especialistas garantem que o consumo moderado não só é permitido, como indicado.

Na medida certa

Como acontece com todos os alimentos, a recomendação é que elas não sejam ingeridas em excesso. Por outro lado, deixando-as fora do cardápio, você abre mão de grandes parceiras na busca do peso ideal. Quando aliadas a uma dieta, as oleaginosas auxiliam no emagrecimento, já que são ricas em gorduras monoinsaturadas, responsáveis por equilibrar o nível de açúcar no sangue e ativar o metabolismo da queima de gorduras.

“O segredo está na quantidade. Comer três a quatro unidades de uma delas por dia é o suficiente para usufruir de todos os benefícios sem prejudicar o regime”, afirma a nutricionista Vivian Talarico.

Na hora de levá-las para casa, dê preferência as que vêm com a casca, pois é dessa forma que seus nutrientes são preservados. De acordo com a nutricionista Cláudia Cristina Szego, da Prime Nutrition, de São Paulo, outra dica é conservá-las na geladeira, evitando assim a oxidação.

Principais características

Em geral, as frutas oleaginosas apresentam as mesmas propriedades: combatem o envelhecimento celular, previnem diversas doenças e contêm um tipo de gordura saudável, a monoinsaturada, responsável por efeitos como a diminuição do LDL (colesterol ruim) e o aumento do HDL (colesterol bom)

NOZ: ótima fonte de energia; potássio; proteína vegetal e vitamina E, que tem ação antioxidante, além de proteger contra doenças do coração. Também é rica em ácido elágico, que pode inibir o crescimento de células cancerígenas

AMÊNDOA: fonte de proteína, fibras e ferro, além de conter mais cálcio que o leite

AVELÃ: rica em potássio, proteína, vitamina E, fibras e cobre

CASTANHA-DO-PARÁ: fornece selênio, mineral
antioxidante que atua no equilíbrio da tireóide e do magnésio. Contém ômega 3, gordura que previne doenças do coração

CASTANHA DE CAJU: possui proteínas, é rica em aminoácidos essenciais, aumenta os níveis de HDL (bom colesterol)

Segundo Vivian, a noz pecan é semelhante àquela que conhecemos, tanto na aparência (só tem a casca mais lisinha) quanto no sabor. “A principal diferença está no nome original: a pecan é chamada Carya illinoinesis e a noz tradicional, Juglans”, ensina.

Cuidado com as calorias!

Veja o valor energético por 100 gramas

Amêndoa 647 calorias
Avelã 725 calorias
Castanha-do-pará 683 calorias
Castanha de caju 505 calorias
Noz 698 calorias

 

Artigo retirado daqui


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